Língua da P.

Blog da Paula Lopes. Casperiana, futura jornalista, Palmeirense, encanada… Quem sabe com o "A língua da P." não fique muito mais fácil me entender?

Pessoa chata de galocha. Hein? 07/12/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 01:52

Peço ao Mário Prata por reproduzir esse trecho de seu site. Mas afinal, o que é um chato de galochas?

“chato de galocha

SIGNIFICATIVO: Uma pessoa superchata.

HISTÓRICO: Galocha já não existe mais. Eram uns sapatos de borracha que se punham por cima dos calçados normais para se sair na chuva. E sempre tinha um chato que entrava na casa da gente sem tirar a galocha e molhava tudo. Era o “chato de galocha”. Vem do francês ‘chatô du galoche’”.

Beijos, da curiosa P.
Obs: não, elas não eram hype.

 

Palavras erradas, homens…ERRADAS! 18/11/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 23:00

Eu me surpreendo cada dia mais com os homens. O que os faz pensar que um “Oi, gostosa!”, um “ô lá em casa”, um “Ai sim, hein?” ou um “Vai Corinthians” (sim, eu já ouvi essa!!) vai fazer com que uma mulher olhe para você na rua e se jogue em seus braços para uma linda noite de amor (ou manhã, ou tarde…essas apreciações à beleza feminina não tem hora)?

E o mais impressionante é que, por mais que se pense o contrário: NÃO, A MENINA NÃO PRECISA SER NENHUMA ANGELINA JOLIE OU UMA DEBORAH SECCO! Ela só precisa ser menina! Se tiver com uma legging ressaltando o popo então!!! Aliás, se o cara observar a menina de costas, sem não fazer a minima ideia da face da garota, ele vai assobiar do mesmo jeito! Um fato notável.

Homens, ó homens. (Lembrando que eu não ganho nada com essa dica, já que eu não preciso de mais nenhum homem; já tenho o meu…Aliás, eu ganho sim: satisfação pra sair pra rua). Não há como conseguir nada dess forma, só um dedo do meio ou um olhar de desprezo e nojo. Sejam gentis, deem florzinhas arrancadas do jardim da Dona Madalena ou, mais simples, deem Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

Não garanto. Mas…quem sabe funciona?!

Um beijo, da P.

 

14/11/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 12:06

Já é dia 14 de novembro de 2011. Como muitos dizem: é Natal.

 

Não, não é. Mas estamos quase lá. E isso (sim, eu sou brega) me faz refletir. Talvez o momento da minha vida também faça. No dia de  hoje estou feliz pra caramba. Se tinha alguns problemas, eles se terminaram na semana passada. Criei um outro problema, mas não que ele não se resolva rapidinho: eu tenho potencial pra acabar com ele.

E tudo isso me faz pensar que a felicidade depende muito das nossas decisões, por mais acertadas ou erradas que elas sejam. Ás vezes elas não estão 100% certas, mas colocando na tal balança imaginária, elas têm mais benefícios do que malefícios. E isso é fato! As pessoas só tem que saber medir.

Estou maravilhosamente bem pessoalmente. Meu espírito está livre. Hoje, ainda, completei 6 meses de namoro! Passa rápido quando a gente gosta. Faz bem e me salvou no olho do furacão.

Ser feliz não tem preço. Procure a sua felicidade, por mais que alguém veja com maus olhos ou queira entortar seu caminho. Que tem que ver com bons olhos é você…é só você quem vai sentir a mudança e poder espalhá-la.

 

Um beijo, da P.

 

“O príncipe”, de Ugo Giorgetti, mostra que quase ninguém passa impune pelo marketing cultural 09/10/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 23:47

Um retrato das gerações ávidas por mudanças na estrutura sócio-cultural do país em que vivem, mas que, ao se tornarem adultos e perceberem a grande oportunidade de ascensão gerada pela milionária indústria cultural, desviam suas trajetórias em busca do luxo e da exposição de uma vida com poucos valores. Essa é a imagem decadente apresentada por Ugo Giorgetti em “O Príncipe”, que tem como protagonista o ator Eduardo Tornaghi representando Gustavo, um brasileiro que viveu 20 anos afastado de sua pátria e de seu grupo de amigos aos poucos subvertido.
Ao voltar para o Brasil, Gustavo percebe que todos os que lutavam com ele passaram a promover o capitalismo da cultura, sendo inclusive sugerido por um de seus ex-colegas que ele desse aulas sobre o livro “O Príncipe”, de Maquiavel, para empresários empenhados em administrar seus negócios com pulso mais firme. Inclusive, uma antiga amada de Gustavo, também pertencente ao grupo de amigos, acaba indo parar até na capa do caderno de cultura de um famoso jornal devido à sua atuação como responsável por projetos culturais em uma grande empresa nomeada MW. A pura exposição social de um alguém que não é nem artista.
O mais engraçado é perceber que, entre todos os que restaram da antiga vida do protagonista, o único que se mantém são no que diz respeito aos seus ideais é justamente o intitulado de louco. O primo de Gustavo, um professor de história de um colégio particular paulistano, começa a querer mudar a história do Brasil através de ensinamentos inventados passados para os jovens alunos. Ele quer que o Brasil tenha uma história que nunca teve: uma história honrada e admirável. Apesar de agir pelos meios errados, o primo é o único ainda não subvertido, e é isso que Gustavo tanto gosta nele.
“O príncipe” não possui flashbacks do passado do protagonista, e nem mostra como realmente é a vida dele na França depois de 20 anos afastado: tudo fica a encargo do espectador. E é garantia que quem assiste percebe uma decadência sem fim da geração de 1970.

 

Porcaria de GPS 22/07/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 00:53

Mais um desabafo na infinita sequencia de desabafos do Língua da P!

Gente, o que aconteceu com os taxistas da cidade de São Paulo depois da tomada dos GPS? Porque, assim, eu acredito na capacidade que os taxistas do passado tinham de conhecer ruas ou, no mínimo, pontos de referência para levar seus passageiros com comodidade e rapidez aos locais indicados.

Entretanto, isso raramente acontece nos dias de hoje. Os taxistas preferem seguir aquele aparelhinho maldito, que, por sua vez, prefere dar voltas e voltas. Além disso, eles não conhecem caminhos alternativos para fugir do trânsito infernal que temos em São Paulo! Tudo isso só faz com que os passageiros se irritem mais e mais, e tenham que abrir um pouquinho mais a carteira (para uma gasolina nada barata).

Desculpem-me se se eu fico revoltada com essas coisas. Mas é que eu acho que cada profissional tem que entender dos meios com que trabalha. É o trabalho dos taxistas conhecer a cidade. Lógico que não precisa ser um expert em todas as zonas da cidade, mas tente entender pelo menos da que mais circula e o básico das outras. A clientela agradece e indica! Acredite.

 

Beijos, da P

 

Pensando em: desafios 25/05/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 18:40

Gosto de me impor desafios. Gosto também de fazer apostas comigo mesma. Idiota isso, não? Do tipo: se eu preciso ler um livro insuportável, daqueles que – por mais que você se esforce – não trocam de página, eu me imponho metas. “Paula você não sai dessa posição até ler, no mínimo, cinco páginas”.

E na academia, então? Que sufoco! Não entendo como as pessoas acham legal aquela tortura toda! Faço ‘por obrigação’ e não por achar que fazer três séries de quinze exercícios para o bíceps seja super divertido. Daí eu faço o seguinte: ao invés de contar quinze, conto três de cinco. Freud explica? Acho que sim. Nossa cabeça pode ser facilmente confundida por nós mesmos. É impressionante!

Mas o melhor, mais difícil e triste de todos, é o desafio do trabalho de faculdade. Por mais que eu faça um curso que eu gosto, sempre tem aquelas matérias completamente non sense, não? (Dica: principalmente na Cásper). Tipo, ok que Ciências Políticas é interessante, mas eu posso não estar com vontade de ler o Manifesto Comunista! E então a estratégia é uma só: “Paula, você não pode sair de casa neste lindo sábado (ou pré-nostálgico domingo) até que tenha terminado a incrível meta de 80% dos seus trabalhos e leituras”. Isso sim é o que eu chamo de experiência de semi-morte!

Fico me perguntando às vezes se algumas pessoas que são realmente geniais leram e entenderam plenamente tudo o que me mandam ler e ainda correram atrás de mais quinhentas milhões de informações sobre aqueles mesmo autores e teorias. Gente, dá tempo pra tudo isso? Ou é melhor se focar em algumas coisas primeiro e depois dar asas aos estudos mais amplos?

Por enquanto, desculpem-me a expressão, tá foda! Quem sabe nas férias eu pare de me impor tantos desafios e leia e estude coisas que me agradam mais. Por enquanto, é “A Paixão segundo GH” que me resta”. E vamos às baratas…

Beijos (sem mordidas em insetos nojetos), da P.

 

Pelo Centro, eu vou… 27/04/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 18:10

Estou trabalhando no Centro de São Paulo. Desço todos os dias na Estação São Bento e caminho até a Avenida São João. Todos os dias dá vontade de tirar uma foto diferente. Hoje mesmo, quando ia trabalhar, vi um círculo, daqueles colocar fogo, montado com sucata em plena calçada!
Apesar de assistir (literalmente) à coisas inusitadas todas as manhãs (ou tardes), algumas coisas são sempre iguais. E, por incrível que pareça, inesperadamente iguais. Pelo menos para alguém como eu, que não estava acostumada a passear pela região sem ser para ir à 25 de março!

Primeiro: as bancas de jornais funcionam como televisões. As pessoas não compram NADA (ou a maioria delas não compra). Elas ficam simplesmente lendo ou vendo as capas dos jornais expostas à frente do local. Assustador!

Segundo: o que fazem os hippies do calçadão da São João?? Sinceramente, se eles vendem um brinco por dia é muito!

Terceiro: a cidade tem mais cinemas do que eu imaginava! Pena que eles são do tipo que eu não gosto de frequentar…

Quarto: apesar de tudo, o Centro ainda é lindo! (e fedido…)

Mando mais notícias em breve…
Beijos, da P.

 

Pânico? As barras te salvam! 06/02/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 22:59

Estava no cinema hoje e me dei conta de uma coisa realmente estúpida. Todas as vezes que lá estamos, ouvimos aquelas instruções do tipo: desligue seus pagers (oi? quem ainda tem isso?) e celulares; em caso de falta de energia, luzes acenderão; é proibido filmar e fotografar; e esta sala está equipada com portas de emergência: para abri-las basta empurrar as barras anti-pânico.

E ai eu penso: WTF são barras anti-pânico?! Sim, eu sei o que são barras anti-pânico, mas eu estou me referindo ao péssimo nome dado a elas. Desse jeito até parece que elas são barras mágicas, que irão acalmar a galera enquanto as cadeiras estão em chamas. No momento em que você as pressiona, elas simplesmente irão tocar uma musiquinha do bem é relaxar com o efeito do ópio os afoitos por não morrerem tostados enquanto assistem à sessão da meia-noite.

Ou então parecem ser barras heroinas que resolverão qualquer problema que venha acontecer. Assim:

- Nossa, um serial killer na sala de cinema.

- Não entre em pânico, amigo. As barras anti-pânico vão assegurar que tudo dê certo para gente!

É, a barra anti-pânico não funciona assim…

E não pensem que eu sou bobinha! Eu sei o que quiseram dize com esse nome. Mas, poxa, que custa criar um nome menos personificado para a pobre da barra?! Sorte que eu nunca tive que usá-la em momentos de pânico…quem sabe ela é boa assim mesmo? (Espero não precisar comprovar…)

 

Beijos, da P.

 

Pensamentos sobre cinema 02/02/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 00:11

Li um texto hoje de manhã que reflete muito do que eu penso sobre cinema. Resolvi reproduzir aqui. Espero que gostem desse trechinho!

“Os filmes são existencias na medida em que produzem no espectador uma sensação peculiar de reconhecimento. Como se, retrospectivamente, ele passasse de alguma forma a acreditar também já ter vivido as mesmas coisas que vivem os personagens, já ter passado pela mesma experiência. O que chamo de filme existencial depende de cada um. É resultado de um acaso, de uma sintonia e de uma identificação. É o filme que promete ao espectador uma experiência e, mais que isso, converter essa experiência em parte de sua memória afetiva, a sua vida acompanhada por travellings e música incidental. São filmes que, por diversas razões, se coadunam mais facilmente com a subjetividade de cada espectador no momento em que os vê, e que produzem uma sensação análogaà das canções que, ouvidas em certos momentos cruciais da vida, depois passam a identificá-los na cabeça do ouvinte”

Por Bernando Carvalho – Texto “O último tango em Paris ou Melody” – Livro: “Ilha deserta: Filmes” – PubliFolha

 

Pra lembrar… 11/01/2011

Filed under: Uncategorized — paulinhalopes @ 01:33

Resolvi fazer uma sessão “Ai que saudade”. Quem da década de 90 não concordar comigo, que atire a primeira pedra!

Chocolate da Turma da Mônica, Cara a cara, Policia e ladrão, Surpresa, O cavalo de fogo,  Quebra Gelo, Fofy, Queimada, Pic Bandeira no asfalto (pra ralar o chão no joelho meeeeeesmo), O Fantástico Mundo de Bobby, clássicos de Sandy e Júnior, Groselha com leite, dançar É o Tchan! sem perceber as pornografias, livrinhos de colecionar adesivos, Barbies que ainda não tinham movimentos próprios, fita k7 pra ouvir música, criança menor de 10 não senta no banca da frente (MESMO), Pula Pirata, bons programas da Eliana e da Angélica, a grande surpresa que o 3D ainda era, Guru do Gugu, Meninos X Meninas, Mc lanche feliz por menos de 10 reais, gincana, amarelinha, coleção de folha de fichário (quando a gente achava que tava abalando de entrar na quinta série), Doug, Beakmann, dancinha na festa junina do colégio…é, felicidade!

 

Beijos saudosos da P.

 

 
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